Diagnóstico antes de proposta
A gente olha o que já existe e mede antes de sugerir qualquer coisa. Proposta feita sem diagnóstico é chute com preço.
A maior parte dos problemas de marketing que a gente encontra não está no anúncio. Está na emenda: o anúncio leva para uma página que não conversa com ele, o contato cai num WhatsApp pessoal e ninguém sabe de onde veio a venda. Trabalhar a máquina inteira é o que a TS faz de diferente.
Não é método de apresentação. É a rotina que sustenta o resultado depois que a empolgação do primeiro mês passa.
A gente olha o que já existe e mede antes de sugerir qualquer coisa. Proposta feita sem diagnóstico é chute com preço.
Conta de anúncio, perfil e medição no nome da sua empresa. Nada fica preso à agência, nem no dia em que você decidir seguir sem a gente.
Todo cliente recebe relatório mensal que se entende sem intérprete: o que foi feito, o que rendeu e qual o próximo passo.
Qualquer demanda tem retorno no mesmo dia útil ou no seguinte. Agência que some é reclamação que a gente ouve de quase todo cliente novo.
Tag, evento e conversão configurados e testados antes do primeiro real investido. Sem isso não existe otimização, existe opinião.
O setor automotivo é onde temos mais profundidade, com operação própria dedicada a revendas. Mas atendemos comércio, indústria, serviço e saúde com o mesmo processo.
Vale dizer também o contrário, porque é o que costuma evitar frustração dos dois lados.
Ninguém controla o algoritmo do Google. Quem garante primeiro lugar está vendendo o que não pode entregar.
Número inflado não compra nada e coloca o seu perfil em risco de suspensão. O crescimento que interessa é o que aparece no caixa.
Se o trabalho não estiver entregando, a gente prefere dizer antes de você perceber. Cliente preso não indica ninguém.
A primeira conversa é de diagnóstico, sem compromisso: a gente olha a sua presença digital e aponta o que dá para melhorar já, mesmo que você faça por conta.